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Ferramentas Básicas da Qualidade

As Ferramentas Básicas da Qualidade são utilizadas para a resolução de problemas com vistas à otimização dos processos operacionais da empresa. As empresas hoje precisam reconhecer através da política e ações que fazer qualidade é buscar a satisfação dos clientes em primeiro lugar.

O reconhecimento deste princípio levou muitas empresas de sucesso a dominar o mercado de produto e serviço nos últimos anos.

A qualidade não pode estar separada das ferramentas estatísticas e lógicas básicas usadas no controle, melhoria e planejamento da qualidade. Estas ferramentas foram largamente difundidas, porque elas fazem com que as pessoas envolvidas no controle de qualidade vejam através de seus dados, compreendam a razão dos problemas, e determinem soluções para eliminá-los.


As principais Ferramentas Básicas da Qualidade são:

1. Diagrama de Pareto
2. Diagrama de Causa-e-Efeito
3. Lista de Verificação
4. Histograma
5. Diagrama de Dispersão
6. Gráfico Linear
7. Gráfico de Controle ou Carta de Controle
8. Fluxograma

Diagrama de Pareto
O gráfico de Pareto é definido no Japão segundo Karatsu and Ikeda ( 1985: 25) do seguinte modo: "É um diagrama que apresenta os itens e a classe na ordem dos números de ocorrências, apresentando a soma total acumulada." Nos permite visualizar diversos elementos de um problema auxiliando na determinação da sua prioridade.

É representado por barras dispostas em ordem decrescente, com a causa principal vista do lado esquerdo do diagrama, e as causas menores são mostradas em ordem decrescente ao lado direito. Cada barra representa uma causa exibindo a relevante causa com a contribuição de cada uma em relação à total.


É uma das ferramentas mais eficientes para encontrar problemas. Para traçar, deve ser repetida várias vezes para cada um dos problemas levantados, tomando os itens prioritários como problemas novos.


Este diagrama de Pareto descreve as causas que ocorrem na natureza e comportamento humano, podendo assim ser uma poderosa ferramenta para focalizar esforços pessoais em problemas e tem maior potencial de retorno.

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Diagrama de Causa-e-Efeito
Esta ferramenta foi desenvolvida em 1943 por Ishikawa na Universidade de Tóquio, sendo melhor definida como sendo uma representação gráfica que permite a organização das informações possibilitando a identificação das possíveis causas de um determinado problema e seu efeito.

Também chamado de diagrama de espinha de peixe ou diagrama de Ishikawa. Nos mostra as causas principais de uma ação, as quais dirigem para as sub-causas, levando ao resultado final. Ele usou isto para explicar como vários fatores poderiam ser comuns entre si e estar relacionados.

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Lista de Verificação
São formulários planejados os quais os dados coletados são preenchidos de forma fácil e concisa.

Registram os dados dos itens a serem verificados, permitindo uma rápida percepção da realidade e uma imediata interpretação da situação, ajudando a diminuir erros e confusões.

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Histograma
O histograma foi desenvolvido por Guerry em 1833 para descrever sua análise de dados sobre crime. Desde então, os histogramas tem sido aplicados para descrever os dados nas mais diversas áreas.

São gráficos de barras que mostram a variação sobre uma faixa específica.

É uma ferramenta que nos possibilita conhecer as características de um processo ou um lote de produto permitindo uma visão geral da variação de um conjunto de dados.

A maneira como esses dados se distribuem contribui de uma forma decisiva na identificação dos dados. Eles descrevem a freqüência com que variam os processos e a forma de distribuição dos dados como um todo.

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Diagrama de Dispersão
O diagrama de dispersão é a etapa seguinte do diagrama de causa e efeito, pois verifica-se se há uma possível relação entre as causas, isto é, nos mostra se existe uma relação, e em que intensidade.

Visa também identificar a existência de tendência na variação conjunta (correlação) entre duas ou mais variáveis.

Na prática do dia-a-dia é, muitas vezes, essencial estudar-se a relação entre duas variáveis correspondentes.

Muitas vezes o diagramna de dispersão é utilizado para estudar a Relação entre Característica de Qualidade e fator que a afeta, Relação entre duas Características de qualidade e Dois fatores relacionados a uma única característica de qualidade.

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Gráfico Linear
Consiste em um gráfico com pontos sucessivos que mostre a distribuição de uma variável em função do tempo sendo ligados por meio de linhas retas, posto que nenhuma informação é dada sobre a população durante os anos intermediários.
Motivo esse que leva esse gráfico a ser denominado de gráfico linear.

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Gráfico de Controle ou Carta de Controle
Walter Shewhart propôs em 1926 o primeiro gráfico de controle que permitia formular um caminho para tomar dados de um processo, permitindo nos informar se a variação do processo é estável, eliminando uma variação anormal e estimando seu significado e desvio padrão.

São gráficos para examinar se o processo está ou não sob controle. Sintetizam um amplo conjunto de dados, usando métodos estatísticos para observar as mudanças dentro do processo, baseado em dados de amostragem.

Pode nos informar em determinado tempo como o processo está se comportando, se ele está dentro dos limites preestabelecidos, sinalizando assim a necessidade de procurar a causa da variação, mas não nos mostrando como eliminá-la.

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Fluxograma
Fluxograma é um tipo de diagrama, e pode ser entendido como uma representação esquemática de um processo, muitas vezes feita através de figuras que ilustram de forma simplificada a transição do processo entre elementos que o compõem.

Podemos entendê-lo, na prática, como a documentação dos passos necessários para a execução de um processo qualquer. O fluxograma esta atualmente difundido, sendo que o mesmo é muito utilizada nas empresas de produtos e serviços para a organização de produtos e processos.


A H2 Assessoria e Consultoria utiliza o processo de mapeamento chamado SIPOC (Supply Input Process Output Customer), uma metodologia desenvolvida que se destaca por ser uma técnica que viabiliza uma documentação enxuta do que realmente agrega valor, estabelecendo um fluxo preciso e ininterrupto de atividades voltadas aos clientes dos processos.

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